2012/08/16

ERA UMA VEZ UM SUJEITO, VAMOS CHAMA-LO DE SÍLVIO OU VLADIMIR OU ROBERTO, QUE DIARIAMENTE FAZIA A MESMA A COISA...


- Ser louco furioso, pintar uma obra de arte, cortar fora uma orelha, dar fim à própria vida, ah, isso e fácil, quero ver ser funcionário público por trinta e tantos anos e não cometer nenhum desatino! Isso eu quero ver, quero ver! – bateu o cartão de ponto e foi para a sua sala mastigando a velha dentadura frouxa...



4 comentários:

Mirze Albuquerque disse...

A repetição das coisas, às vezes causa um desespero. E no entanto a natureza repete a cada dia a beleza do amanhecer.

O negócio para driblar a rotina: observar e escrever.

Beijos

Mirze

Silvio Barreto de Almeida Castro disse...

Imbecilizante.

Ranzinza disse...

É o preço de se prestar um concurso público...

Silvio Barreto de Almeida Castro disse...

Somos o chorume do cartão inteligente, a inteligência está num chip que nem sempre funciona.