2012/01/10

Alguém a altura (ou baixeza) de Richard Clayderman

TEXTO MUITO ANTIGO


Não morro de amores pelos americanos, não, de jeito algum, mas quando eles acertam uma eu tenho que dar a mão à palmatória (vocês conhecem alguém que já tenha, realmente dado a mão para apanhar de palmatória? Bem isso não vem ao caso agora). Senão, vejam os essa notícia que eu li no site http://nominimo.ibest.com.br/notitia:

“As autoridades de Sidney, na Austrália, querem impedir que grupos de jovens desordeiros se reúnam em estacionamentos, onde estão incomodando a vizinhança com um comportamento anti-social. Para isso resolveram pegar pesado. Vão tocar Barry Manilow no mais alto volume para afugentar os visitantes indesejados. Manilow é um clássico da cafonalha. Para quem não lembra, ou ainda não tinha chegado ao planeta, ele fez um enorme sucesso nos anos 70 (cantava “Copacabana” e “Mandy”), e foi tirado da tumba do ostracismo em que estava há 20 anos pelo programa “American Idol”.

Só falta agora os “irmãos do norte” (haja ironia para eu dizer isso) descobrirem que Richard Clayderman é bem pior, capaz de deixar os ditos meliantes desacordados por dias à fio, quiçá, até em adiantado estado de coma.

Quero colaborar para o fim dos desordeiros oferecendo as músicas(?) de nossos (?, e eu tenho cara de quem tem algum grupo) de axé, música(??) baiana, pagode(!!) e outras pérolas que a industria fonográfica nos empurra goela, digo, ouvidos abaixo.

Eu sempre soube, em meu íntimo que um dia essas porcarias teriam algum proveito, peço às nossas autoridades que não percam mais tempo, música ruim neles!



6 comentários:

Isabela disse...

Seria uma ótima ideia, mas creio que se colocassem pagode para afastar os baderneiros, acabariam atraindo...

Muito legal sua postagem!

Ranzinza disse...

Procede

Bárbara Fernanda disse...

Mas eu tenho certeza que se incluirmos funk nessa festa eles se matam!
=D

Bárbara Fernanda disse...

Ou não!

Folhetim Cultural disse...

Ou pelo amor ou pela dor tentamos nossas meninas Elis, Maria Bethânia, Gal Costa, Maria Gadu, Ana Carolina, Dolores Duran.
Depois pela dor Com Funk, pagode e a xé.

que tal?

Bárbara Magrela disse...

Maria Gadu, Magno?
Affe! Isso é amor? Ou é manda-los para os marmores do inferno?
hahahahhahahah